Vendendo um pouco de sonhos

Posted by : Val e Arte na Veia | 26 janeiro, 2011 | Published in



Olá queridos (as), este é o meu primeiro post de 2011! Escrevo sobre pensamentos complexos de nós – Seres humanos!

Bom, o que me estimula a escrever hoje é um livro que estou lendo “O Vendedor de Sonhos” e algumas situações da vida. Ganhei o livro, ou melhor, escolhi do amigo secreto da festa de confraternização ano passado. Como acredito que nada é por acaso e acho a leitura um meio de transporte mágico, desconhecido que se torna familiar no sub ou consciente humano. Despertado na maioria das vezes (pelo pelos em mim) a sabedoria e uma maturidade atingível para quem busca isto: eu sempre que posso tento me concentrar em alguma leitura e realmente o livro acaba falando comigo na maioria das vezes.
O livro conta a estória de um homem que vende sonhos aos seres humanos, resgatando a integridade profunda de cada um deles, transformando o amor em prioridade à vida. O autor do livro – Augusto Cury – é um gênio em minha visão. É o segundo livro que eu leio dele e realmente ele prioriza a alma humana de uma forma viva e fantástica. Todos os educadores deveriam ler este livro.
O que desperta? O que ultimamente martela em minha cabeça e talvez na sua!
Quais são suas dúvidas, seus sonhos, seus desejos, suas reais vontades?
- Aquilo que todos tem, o que todos fazem, o que você aprendeu e todos sabem... Ser sempre igual a maioria? Bom, vamos lá... Ser bem sucedido na vida é o desejo number one da maioria das pessoas, sejam pertencentes de qualquer espaço o desejo é único: ter muito Money e esta é a palavra chave universal. No livro existe um personagem - um professor - que sofreu perdas e traumas na infância, lutou para ser reconhecido e respeitado na sociedade e conseguiu seu mérito. Porém foi boa parte de sua vida um ser humano sem sal, nem açúcar super normal que administrava suas aulas com total segurança e eficácia aos olhos dos mestres diplomatas. Homem pós-graduado, inteligente, estudou a fundo e passava sua idéia de sociologia aos alunos, crente que a teoria era o suficiente e o trabalho robotizado pelo sistema, super necessário para futuros formadores de opiniões. Até que em meio a uma crise muito forte de sua vida, ele se deparou com um considerado Zé ninguém, que com muito amor conseguiu mostrar, talvez provar que as ferramentas que ele utilizava não iria consertar nada, não ajustaria absolutamente nada. Apenas deixava tudo parecendo apertadinho, mas que estava frouxo e que um dia podia estourar sem recuperação.
Temos no mundo grandes mestres bem sucedidos na medicina (alguns viraram manchete e motivo de escândalos), grandes sociólogos (onde esta a educação cultural ,o bom senso, estudo profundo de um ser humano?) Psicólogos ou psiquiatras baseados em Freud (curem a depressão e a síndrome do pânico do mundo), profissionais formados por reconhecidas universidades. Que no fundo nada sabem do ser humano, o que eles sabem é o que a teoria, a ciência ou a leitura os indicou como o antídoto para cura.
Enquanto não se descobrem a cura da Aids por exemplo, temos formas de rejuvenescimento, de emagrecimento - o gordo fica mais magro para fazer parte do padrão e deixar de ser ridicularizado pela sociedade e etc.
O que eu tento passar aqui não é a mensagem de paralisação geral, parem de querer e ponto. Não é isto! Gostaria de chamar a atenção para a alma humana, o amor, a autenticidade, as escolhas e caminhos diferentes daqueles de costume, os já traçados. É cômodo ser normal, deixar tudo na mesma como está, no mesmo lugar. Doí menos, será? Ou sufoca a alma, esconde a verdade, não deixa a mesma evoluir e absorver toda vida que Deus nos oferece? Estamos vivendo no século do caos depressivo, onde surgem síndromes do pânico, depressão profunda, a vontade de matar a própria dor a ponto de um suicídio e isto realmente é muito triste.
As minhas dúvidas são sobre merecimentos, escolhas, certo ou errado, moral ou padrão, ser normal ou louco – de acordo com o rotúlo dos que fazem tudo do avesso-. Por que não somos treinados a questionar as coisas, a vida, a história, origens? Cada um tem uma interpretação sobre tudo, cada um possui a sua criatividade e isto é artístico, é pensante e real.

Só Pensando no amor e fim.

pensamentos

  1. Neto said...

    De fato, acredito que todos nós vamos encontrar (se ainda não encontramos) o nosso caminho. E, ao que tudo indica, ele está perto perto, aqui dentro de cada um de nós! :-)

    #beijo grande Val!

    20 de abril de 2011 19:40